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Infâncias em movimento: Como o espaço urbano afeta o brincar fora das telas

Larissa Lacerda, psicóloga e educadora
Thiago Franco, arte-educador e autor

10/03/25

19:00 (Brasil) / 22:00 (Portugal)

Online

temas

Brincar ao ar livre

Em contato com a natureza e com os espaços da cidade, as crianças exploram riscos, negociam regras, criam narrativas próprias e constroem autonomia.

Tecnologia

Refletir sobre a tecnologia na infância não é rejeitá-la, mas compreender seus efeitos e buscar equilíbrios que preservem o tempo, o corpo e a potência criativa das crianças.

Cidade

A forma como ruas, praças, escolas e bairros são organizados define possibilidades de encontro, autonomia, circulação e brincar.

O brincar livre, a tecnologia e o espaço urbano estão profundamente entrelaçados na experiência da infância contemporânea. Quando a criança tem tempo e liberdade para brincar sem roteiros impostos, ela desenvolve autonomia, imaginação e habilidades sociais de forma viva e significativa. O uso excessivo de tecnologias pode substituir essa atividade de exploração com estímulos prontos, reorganizando a atenção e o ritmo da infância.

Ao mesmo tempo, cidades pouco acolhedoras para crianças reduzem as possibilidades de circulação, encontro e exploração, restringindo o brincar. Pensar a infância hoje exige olhar para esses três elementos em conjunto, buscando equilíbrios que devolvam às crianças o direito de brincar, de habitar a cidade e de construir relações mais livres, criativas e humanas.

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